Por que Escolhi Ser Vegana?

Eu deixei de consumir carne há 6 anos. Fui vegetariana (ovo-lacto) por 4 anos, e sou vegana (adepta do crudivorismo 90%) desde o final de 2014.

Eu fiz isso porque parei de seguir o que os outros queriam que eu seguisse, e parei de pensar no que queriam que eu pensasse: ouvi meu coração, meus propósitos e meus princípios. E isso foi possível graças a minha coragem em bater de frente e mudar, e, especialmente a uma grande amiga minha que me mostrou como era possível viver sem a carne.

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Fonte: Pixabay

Ingerir animais, para mim, desde criança, sempre foi ‘comer morte e sofrimento’, além de contribuir cada vez mais para as práticas de maus tratos contra seres que só nos fazem bem. Eu nunca concordei com o fato de que o Criador, Deus, Todo, Fonte, “exige e decreta” que a nossa sobrevivência dependa da morte de outros seres sencientes! Nunca fez sentido pra mim! Sentia-me enganada pela indústria alimentícia, farmacêutica, e por alguns profissionais instruídos inocentemente (ou não).

Esse sentimento de estar sendo enganada me fez pesquisar e questionar inúmeros fatos. Quando fui diagnosticada com uma doença crônica na pré-adolescência, olhava pro meu criado mudo, que só tinha insumos pra controlar a enfermidade, e pensava: “Se todos se curarem, deixarão de consumir todos esses insumos. As empresas vão falir. Então, a solução para que elas se mantenham em atividade, é a gente continuar doente…” Bingo! Eu comecei a questionar e pesquisar mais e mais, e percebi que havia muita mentira, muita perversidade e muita ganância, em detrimento da saúde dos seres humanos. E notei, principalmente depois de ler o livro “A Cura da Diabetes pela Alimentação Viva”, do Dr. Gabriel Cousens, que fala sobre a alimentação vegana e crudívora para a reversão de doenças crônicas, que não há a necessidade de haver derramamento de sangue para que as pessoas fiquem “saudáveis”!! Porque, justamente, a cura para muitas doenças crônicas está na não ingestão da carne!! Além dos sofrimentos dos bichos, na captura, na abate, na separação de mães e filhotes, há ainda a aplicação de hormônios nos animais e de ‘remedinhos’, quando já estão em estado de cadáver, para que a carne pareça vistosa e mascare a podridão (sim, é putrefação!). Logo, pessoas que não ingerem carne, diminuem drasticamente as chances de se adoentarem. Então, não elas têm necessidade de ficar comprando remédios. Se todos seguissem essa linha, a indústria dos medicamentos quebraria. E qual a solução para não quebrarem?? Manter humanos doentes. O que causa muitas doenças?? A ingestão de carne. Entendeu o ciclo? Há muitos dados falando sobre os males da carne, pesquise. Vou deixar um link aqui: https://www.vista-se.com.br/70-das-doencas-modernas-sao-de-origem-animal-e-grande-parte-delas-ligadas-a-pecuaria-afirma-onu-em-novo-relatorio/

E então, eu percebi que tudo o que envolve morte e sofrimento não respeita a vida. Tudo isso é a minha visão e minha experiência, na teoria e na prática. Você não precisa concordar. Mas pense com o coração a respeito. Pense na barbárie na qual o mundo está acostumado a viver, e reflita sobre o equilíbrio geral que a vida mantém hoje – que não é lá essas coisas.

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No vegetarianismo, não há o consumo de nenhum tipo de carne, e, com grande parte dos vegetarianos, há a ingestão de ovos, leite e derivados (ovolactovegetarianismo). No vegetarianismo estrito, não se consome carnes, nem leite, nem ovos e derivados. Uma pessoa sendo vegetariana, já percebe uma mudança muito grande no corpo. O que eu senti quando me tornei vegetariana foi: sensação de leveza, menos irritações, sono mais tranquilo, aumento da intuição, melhora no sistema imunológico… Muitas mudanças positivas ocorreram. Muitas mesmo! Foi um salto quântico (tive acompanhamento nutricional)!

Já no veganismo, nada oriundo de animais é consumido, de nenhuma maneira: nem em comida, em vestuários, objetos, cosméticos, em nada! Não se usa couro, por exemplo. E também não se usa produtos testados em animais, e nem que contenham ingredientes de origem animal na composição. E isso não é sofrimento pra nós, e nem imposições exageradas, até porque existem várias alternativas e empresas do bem, que se preocupam com a vida animal e do ser humano, não realizando os cruéis testes e nem agregando ingredientes de origem animal a seus produtos. O veganismo é toda uma filosofia de vida que respeita a natureza, não ferindo e nem tirando a vida dos animais. Consequentemente, não ingerimos a energia densa do sofrimento destes seres vivos, e temos um contato com nosso self muito mais profundo.

O meu corpo respondeu de maneira extremamente positiva. Pra eu me tornar (crudi) vegana na prática, me consultei com o Dr. Alberto Peribanez e fiz o mini curso de Culinária Viva com a nutricionista Maya Beerman, e continuei com acompanhamento nutricional. No geral, como experiência pessoal e de pessoas que conheço e/ou que são públicas, há muitos ‘sintomas’ parecidos. A intuição aumenta demais, e a resistência física e o sistema imunológico também. Vem muita clareza pra mente. É uma limpeza e uma conexão verdadeira, onde muitas impurezas, que antes eram tidas como normais dos seres humanos, vão embora – tanto impurezas emocionais, de pensamentos negativos, quanto fisiológicas – odores diminuem e até cessam. O mais transformador disso são as doenças, que têm seus os sintomas atenuados e até são curadas com o veganismo! Eu sou outra pessoa sendo vegana; respeitei verdadeiramente o que meu corpo requisitava.

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Fonte: Pixabay

Os meios de se parar com a ingestão da carne podem ser simples ou complicados, varia de pessoa para pessoa. Mas, de novo, há alternativas! E é muito enriquecedor conhecer a nossa natureza!

Na semana que vem, falarei sobre os primeiros passos para uma alimentação sem carne. Para conhecer mais sobre os maus tratos animais, assista ao filme “A Carne é Fraca”. Retrata a realidade dos matadouros. Esse filme vai mudar sua vida. Tem no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=EvP2Qy4ZEzA

Até a próxima! ^^

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