Somo quase anjos!

'Elevação Completa' (releitura de Paulo Cheida Sans) -  40 x 40 cm - acrílica sobre tela - 2012 (1)

Entre tantos acontecimentos,  confusos, bagunçados, enérgicos… estamos nós aqui,’ ilhados’ no planeta Terra, amedrontados, esperando respostas e uma salvação. Esperando? É. A maioria das pessoas está esperando. Esperando a resposta vir do Céu. Esperando os governantes darem comida na nossa boca. Esperando Jesus deixar seus afazeres multidimensionais e vir pegar a gente no colo. Esperando a tv dizer o que devemos ver, como devemos pensar, e como devemos agir. Esperando. E obedecendo. Sem questionar.

Estamos num momento onde muitas pessoas estão sendo chamadas de loucas, de revolucionárias, de arruaceiras, por pensarem diferente. São tachadas de folgadas, por não concordarem com as leis de trabalho. São classificadas como doentes, por não tolerarem alimentos geneticamente (e maleficamente) modificados. São vistas como estranhas, por se comunicarem com seres que ‘não podemos ver’. E, pasme: são tidas como ‘drogadas’, simplesmente por verem o lado bom, por acharem o mundo lindo e maravilhoso, apesar de todo sofrimento.

A gente foi tão condicionada a viver como o ‘topo da pirâmide’ quer, que, né… fica difícil sair desses padrões de pensamento. Difícil, mas não impossível. A gente faz muita coisa que não gosta durante o dia. Fala o que não quer, aceita o que não sente que é o correto. E isso tudo vai matando a gente aos poucos… E essa morte a longo prazo, depois, é tida como normal, “causas naturais”.

Mas, tudo isso são ganchos para conquistarmos o que querermos. E o que queremos, às vezes nem mesmo sabemos. Queremos viver bem, em paz, felizes, sem medo. E viver bem assim não é ter um carro de último modelo, uma casa equipada com a mais alta tecnologia. No fundo, queremos ser seres humanos apenas; seres humanos originais. Sem medo. Vivendo em harmonia com todos, espalhando sorrisos e abraços a quem se possa encontrar. Quase anjos! Tirando esse capuz manipulador que adquirimos, somos quase anjos… mas ainda não sabemos disso. Intuir, olhar para dentro, amar. Precisamos focar nisso. O amor liberta. E liberdade é que “não querem” para nós, porque, livres, voltamos à nossa condição de quase anjos. E seres quase-anjos são mais poderosos do que qualquer organização. Por isso o amor é tão ridicularizado.

Vamos fazer o seguinte: vamos ser ridículos?! Sim, vamos ser chamados de doidos e doentes! Vamos atrás da loucura de sermos quem realmente somos! Somo seres perfeitos! É assim que somos! E há muitos outros seres, de várias outras dimensões, querendo nos ajudar nessa nossa evolução. Só precisamos permitir! Permitir, focar, nos respeitar e olhar direito para nós mesmos. Afinal, agindo de acordo com nossa verdadeira natureza humana, somos assim: Intuitivos, bondosos, amorosos… Então somos loucos… Então somos livres… Então, somos quase anjos!

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