Vida, Práticas de Purificação Espiritual e Renascimento – Parte 1

As pessoas sempre veem a vida passar rapidamente, e nunca questionam a brevidade desta dádiva. “Partem dessa pra melhor” e pronto, acabou. Muita gente acredita que existe um Criador Misericordioso, Pai de infinita bondade, Eterno e Todo-Poderoso… mas que, ao mesmo tempo, tira a vida das pessoas, deixando-as velhas e doentes… e está tudo bem. “A gente nasceu pra sofrer, porque o paraíso não é aqui, é no céu”. É o que muitos dizem.
Eu também acredito num Criador de infinita bondade, Eterno e Todo-Poderoso; mas que gera vida, só vida, e tenta nos mostrar que o paraíso é aqui e agora. E mais: que temos Seu DNA. E o oposto da vida, pra mim, é transformação. O que não é vida nem transformação, está fora do eixo – sinto muito.

Aparece também aquela famosa justificativa: “Se a pessoa morreu por doença, foi Deus; se foi acidente, partiu na hora errada.”

O máximo que se consegue entender sobre os mistérios da extensão da vida e o que se passa nas outras dimensões é através de médiuns e estudos espirituais aprofundados – o que é bastante útil e valioso – ou a espera pela medicina. Mas a questão é que a extensão em larga escala do tempo de vida ainda é tabu em todas as áreas. É quase unânime: para a imensa maioria da população mundial, viver o quanto quiser, é impossível. Acreditam que as pessoas são fracas, imperfeitas, sem energia, sem divindade, nasceram para depender de remédios, serem escravas do dinheiro e que não têm poder algum. E são filhas de um ‘Criador Todo-Poderoso, Pai de eterna misericórdia e bondade’. Faz sentido isso??????

E a vontade das pessoas de buscarem por si só respostas para questões tão importantes é sempre vagarosa: é mais fácil esperar e exigir algo de alguma autoridade do que agir. E quando a idéia é muito mirabolante, nem tentam nada, ficam quietos, guardam pra si. Infelizmente, isso é muito comum.

Bom, mas eu me orgulho de ter dado a cara à tapa, aguentar comentários taxativos de pessoas que eu nem esperava, apenas para seguir no acredito. E, felizmente, há um tempo, encontrei fontes essenciais para minha pesquisa!

Leonard Orr é um autor norte-americano, mestre, visionário, iogue e estudioso criador da terapia do renascimento e pioneiro na área da imortalidade física. Ele conheceu grandes iogues indianos. Na Índia, vocês sabem que existe de tudo, né? E que aqui no Ocidente, existem jogos de interesses de grandes corporações e um conhecimento milenar escasso. Então fica mais fácil entender. Olha só: o Leonard conheceu pessoas que estão vivas há 70, 90, 130, 200, 300 anos de idade (vamos parar por aqui por enquanto)!

Eu felizmente, tive a oportunidade de fazer um retiro com ele (ele vem uma vez por ano ao Brasil), e aprendi muita, mas muita coisa sobre a vida! Mais do ele conta nos livros. Eu vou deixar algumas citações dele aqui:

“A vida na Terra não é para as pessoas fracas. Todas as pessoas fracas morreram no passado. E todas as pessoas que pensavam que eram fortes, mas não eram, também morreram. Mas muitas pessoas adquiriram integridade suficiente para conseguir a vida eterna de seus espíritos, mente e corpo.”

“A verdade é que a imortalidade física, sem a maestria do corpo, é somente uma bobagem ou quase isso. Não há maestria do corpo sem emoções saudáveis. Talvez você já venha trabalhando para sua imortalidade física em muitas vidas anteriores. Talvez você alcance-a facilmente nesta vida. Vale o esforço.”

“Seu corpo físico é o seu bem de maior valor. Seu corpo tem mais valor do que o dinheiro, ouro, negócios, imóveis ou ações da Bolsa de Valores. Sem um corpo, tudo que é material torna-se instantaneamente sem valor, exceto para seus amigos e parentes. Pense bem: por que as pessoas tratam seus corpos com menos respeito do que tratam o dinheiro e mesmo suas roupas? Muitas pessoas gastam mais tempo, trabalho e dinheiro limpando suas roupas do que limpando suas mentes e corpos. Não é à toa que a morte se tornou tão popular.”

No próximo post eu explico sobre a maestria do corpo, o que encurtou a vida das pessoas, as programações mentais, as crenças coletivas, e mais algumas coisinhas. Até lá.

Referências:

Orr, Leonard: Libertando-se do Hábito de Morrer – A Ciência da Vida Eterna; Hipocampo: 2001..

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *