Os mistérios da lua

2015-1

Fonte: http://whataretheanswers.ecorrect.net/find-out-the-moon-phase-today/

Sabemos que a Lua é tida como único satélite natural da Terra, vivendo em rotação sincronizada com nosso planeta. É dotada de fases, que por sua vez, influenciam as mais diversas atividades terrestres, incluindo a agricultura, a formação das marés oceânicas, os ciclos menstruais e até os ânimos da população. A Lua se apresenta a nós com uma única face visível, e seu caráter de satélite natural é questionado de forma considerável. Mas, seu brilho é único, inconfundível e misterioso – mais até do que sua face oculta. Veremos, a seguir, que nem só da ciência exata vive esse grande monumento.

Seguindo o conceito taoísta Yin/Yang (feminino/masculino, dualidade que rege todo o Universo), o Sol representa a energia masculina Yang: é ativa, quente, forte, dinâmica, expansiva, clara. Já a Lua, Yin, é seu oposto: é suave, fria, calma, contida, profunda, noturna. É a energia feminina, ligada ao mistério, à intuição, ao sentir. E essas qualidades nos são transmitidas pela energia lunar. Não é à toa que muitos escritores e artistas adquirem maior inspiração em períodos noturnos, e é nesse período também onde as juras de amor, tanto inocentes quanto lascivas, são declamadas com mais intensidade.

Segundo a sensitiva Márcia Fernandes (http://blog.marciafernandes.com.br/?p=11439), as fases da Lua tem funções específicas:

“Lua Nova – Renovação – Momento propício para trabalhos espirituais para se iniciar algo, desabrochar.

Lua Crescente – Estímulo – Momento propício para trabalhos de processos e empreendimentos.

Lua Cheia – Potência Máxima – Momento propício para trabalhos de energização, prosperidade, restabelecimento energético, estímulo e vigor.

Lua Minguante – Recolhimento – Momento propício para trabalhos de limpeza, descarrego, desagregação de energias densas. Lembre-se: as ervas colhidas nesta época estão com sua energia reduzida, é desaconselhável colhê-las.”

Além das quatro fases lunares, há também a Lua Azul. A Lua Azul é a segunda lua cheia do mês no nosso calendário gregoriano, e pode parecer azulada quando há partículas no céu que interferem na refração da luz. Diz-se que a energia da Lua nesse período é muito forte, com um magnetismo poderoso, levando as pessoas tanto a descontroles emocionais quanto a uma purificação espiritual – dependendo do estado de espírito de cada um e sua capacidade de lidar com mudanças. Mas a “Blue Moon” também é associada às energias do amor e do prazer, tanto que inspirou a famosa canção dos anos 30 (existe um jogo de palavras no título da canção, e “Blue Moon” seria uma contração de “Once in a Blue Moon”, dando um significado mais de “acontecimento raro” do que de veneração a Lua Azul. Mas a música se popularizou tanto, que a romantismo associado a esta lua já está familiarizado pelo Ocidente).

É possível que a Lua Azul tenha começado a ser cultuada no Antigo Egito, com a substituição do calendário lunar, vigente na época, pelo solar de 30 dias. É um acontecimento raro, considerado “um tempo entre os tempos” e, por isso mesmo, é legal ficarmos atentos às energias nesse período: algo raro nunca vem à toa.

Na Astrologia, a Lua, junto com o Sol e o signo ascendente, formam a base da personalidade da pessoa. Ela está ligada ao aspecto emocional, o modo como reagimos diante das situações. A Lua em cada signo nos mostra o que nos magoa e o que nos deixa felizes. É o astro que rege o signo de Câncer, e revela bastante a sensibilidade do indivíduo.

Por ser a representação da energia Yin, a Lua deixa à mostra o lado feminino de cada pessoa, tanto homem quanto mulher. Sendo o Universo composto pela dualidade Yin/Yang, todos nós temos os dois aspectos em nosso interior. O lado feminino de cada pessoa corresponde justamente à área sensível, emocional, subconsciente e, consequentemente, o infantil: os traumas de infância não resolvidos ficam no nosso subconsciente para sempre.

A Lua também representa o ego. É durante a luz do luar que esse nosso lado psíquico mais inferior (inferior, porém não desnecessário) fica bem aflorado.

Segundo o www.zastros.com.br, “Nos mapas masculinos, a Lua representa a mãe ou ânima, e reflete, muitas vezes, o tipo de esposa que o homem irá buscar na fase adulta para substituir a própria figura materna”.

Todas as pessoas são influenciadas pelos efeitos da Lua, mesmo sem se perceber. Há estatísticas mostrando que, durante períodos de lua cheia, há um aumento do vandalismo e da violência nas cidades, e as pessoas que apresentam transtornos psiquiátricos têm maiores manifestações.

Mas a Lua abriga muitos outros mistérios. Tem um xamã africano, chamado Credo Mutwa, que conta histórias muito interessantes sobre o início da humanidade. Em entrevista ao pesquisador David Icke (http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/search?q=lua), Mutwa contou, em sua versão xamânica-africana, todo o início da civilização no planeta Terra, e revelou a origem da Lua, segundo seu aprendizado. Veja um trecho:

Na África, os xamãs Zulus acreditam que a Lua é oca e que ela é a casa dos ‘Chitauri’, aquilo que chamamos reptilianos (extraterrestres de caráter duvidoso). As lendas dizem que a Lua foi trazida para cá há centenas de gerações atrás, por dois irmãos: Wowane e Mpanku, que eram os líderes dos reptilianos. Eles eram conhecidos como os ‘Irmãos Água’, e tinham pele escamada, como um peixe. Isso corresponde bem aos relatos sumérios sobre os líderes dos Anunnaki, os irmãos Enlil e Enki (Senhor da Terra). Este último (Enki) era também conhecido como o deus da água, sob o nome de Ea. Os mitos dos Zulus dizem que os reptilianos vêm para a Terra quando a Lua está no seu brilho máximo – na Lua cheia, quando então abundam os rituais satânicos por todo o mundo (e uma maior movimentação nas delegacias de polícia) e quando as lendas falam em pessoas que se transformam em lobos (lobisomem).”

No YouTube tem uma entrevista dele de duas horas a David Icke. Disse que os Chitauri tem a pretensão de controlar os seres humanos, para seus interesses pessoais. Ele falou também sobre os filmes de ficção científica: disse que muitos dos Chitauri são idênticos aos personagens de Stars Wars, e que, seria ‘muita coincidência’ os criadores do filme não terem tido um conhecimento prévio desses habitantes lunares.

Surpreendente, não? Eu acho muito válido ir atrás de várias fontes, afinal, a História da humanidade tem sido escrita há muito tempo, e há tanto verdades quanto manipulações infiltradas no decorrer da nossa evolução. Há muitos jogos de interesse passando pela mídia, e muitas coisas que certas autoridades, por determinados motivos, preferem que não saibamos.

Ainda tem muito mais coisas que se pode falar sobre a Lua. Mas, por hora, vou fazer como a ela: sair à francesa, ocultando uma face, e aparecendo na próxima semana, num novo ciclo, numa nova fase. Até a próxima!

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