Cores e Espiritualidade

As cores fazem parte da nossa vida, e estão presentes em todo o universo. As paredes, janelas, árvores, pássaros, borboletas, outdoors, carros… há cores em todo lugar. Elas são suscetíveis às percepções da grande maioria dos seres humanos. As pessoas que não possuem a capacidade de vê-las com os olhos físicos, enxergam-nas pelos ‘olhos internos’, que podem ser pelas sensações físicas, ou até pelo som, já que seus demais sentidos são mais aguçados. Os portadores de acromatopsia – que só enxergam em escalas de cinza – conseguem ter apenas as percepções das cores que vão do branco ao preto, mas experiências tecnológicas já estão sendo feitas e testadas para que essas pessoas possam ter a percepção das cores e entender de maneira mais abrangente as várias escalas cromáticas. E, obviamente, à medida que a humanidade aprender a amar a tudo e a todos incondicionalmente, esses e outros pequenos distúrbios serão curados por completos.

Pois bem, eu quis abranger todo o universo dentro do quesito cores, porque quero falar sobre algo que me toca bastante: as cores e a espiritualidade. Vou começar pelo que considero básico: os chakras.

As Cores e os Chakras

Segundo a tradição hindu, os chakras (“roda”, ou “roda de luz” na linguagem indiana do sânscrito) se referem a pequenos centros energéticos que temos espalhados pelo corpo. São uns “espiraizinhos”, vórtices, que giram e distribuem energia vital (o chamado “prana”) para cada órgão/glândula/sistema que está ao seu alcance. Esses vórtices são formados pelo encontro dos nadis, linhas de força energética que percorrem todo o nosso corpo.

chakras

1. Os Chakras
(Fonte da imagem: http://www.crystalsrocksandgems.com/Chakras/)

chakra_yoga_holistic_spiritual_full_nadis

2. Os Nadis
(Fonte da imagem: http://www.chakras.org.uk/chakra_yoga_health_holistic_psychology_introducing_seven_chakras.htm)

Temos vários chakras, e os principais são 7. Cada um dos chakras principais possui sua função e cor correspondentes. Quando estão inativos, apresentam a aparência de rodas; quando despertam, parecem-se com flores de lótus, com pétalas abertas e radiantes. Quem tem os olhos abertos para ver esse fenômeno (mediunidade), consegue enxergar os desenhos perfeitamente.

São eles:

Chakra raiz (básico):
“Muladhara” em sânscrito, é responsável pelo nosso “estar no mundo”, o suporte, vida física e material, a segurança. Localiza-se na extremidade final da coluna vertebral, entre o ânus e os órgãos sexuais, e seu elemento é o terra. Tem a função de trazer vitalidade para o corpo físico. Este chackra se assemelha a uma flor de lótus de 4 pétalas quando desperto, e sua cor é a VERMELHA.

Chackra sexual:
“Svadhisthana” em sânscrito, é responsável pelos prazeres, desejos, criatividade e órgãos sexuais. Tem a função de energizar o poder criador da energia sexual. Do elemento água, assemelha-se a uma flor de lótus de 6 pétalas, e sua cor é LARANJA.

Chackra do plexo solar:
“Manipura” em sânscrito, é responsável pelas emoções, e pelo sistema endócrino. Do elemento fogo, este chackra se relaciona com a energia, o humor, a autoridade e o medo. Sua aparência é de uma flor de lótus de 10 pétalas, e sua cor é a AMARELA.

Chackra cardíaco:
“Anahata”, é responsável pelo amor incondicional e pela energização do sangue. Relaciona-se com o amor, a paz, a harmonia e questões físicas envolvendo o coração. Lótus de 12 pétalas, o chakra cardíaco é do elemento ar, e sua cor é VERDE.

Chacra laríngeo:
“Vishuddha”, é responsável pela comunicação e pelos sons. Relaciona-se com a fala, conhecimento, criatividade e questões envolvendo a garganta. Sua aparência é de uma lótus de 16 pétalas, e seu elemento é o éter (= o pensamento). Cor: AZUL CLARO.

Chackra frontal (terceiro olho):
“Ajña” em sânscrito, o chackra do terceiro olho, localizado bem ali entre as sobrancelhas, tem por funções revitalizar a visão e o sistema nervoso. É responsável pela intuição, imaginação, visões extra-sensoriais, sonhos, pesadelos e questões envolvendo os olhos e a cabeça. Flor de lótus de 2 pétalas; elemento: todos (= a luz); cor: AZUL ÍNDIGO.

Chacra coronário:
“Sahashara”. Localizado no alto da cabeça, tem a função de revitalizar o cérebro e promover o entendimento da espiritualidade. É o mais importante dos chakras, e está ligado à percepção global do ser humano, de sua grandiosidade individual e sua ligação com todos os seres e com o Criador. Aquele lance de os reis usarem uma coroa na cabeça na antiguidade, era um modo potencializar este chakra, expandindo sua espiritualidade. A aparência deste chakra é de uma lótus de 1000 pétalas (nem me atrevi a desenhar hahaha), e sua cor é a VIOLETA ou BRANCA.

chakras 1

3. Chackras, cores e flores de lótus
(Fonte da imagem: http://essenciaser.blogspot.com.br/)

Quem quiser se aprofundar mais nos estudos dos chakras, tem uma animação lindíssima e super bem explicativa aqui: https://www.youtube.com/watch?v=gEFM6QT0vzU.


As Cores e a Aura
Agora, mais locais coloridos do nosso microcosmo, nosso universo individual: a Aura! Olha só que da hora:

duplo

4. Duplo Etérico e outras subdivisões
(Fonte da imagem: http://www.redeamigoespirita.com.br)

ChakrasAura

5. Aura
(Fonte da imagem: http://italojreronita.blogspot.com.br/2011/01/aura.html)

Esse é o nosso corpo físico, envolto pela aura. A aura nada mais é do que um conjunto de radiações emitidas por um corpo. Ela é subdividida em várias camadas. Infelizmente, nem todas as pessoas conseguem enxerga-las, devido a um declínio espiritual ocorrido há muito tempo atrás, lá nos fins de Atlântida. Todos nós temos a capacidade – apesar de adormecida – de ver todas essas cores, basta praticar (observando, ficando uns 40 minutos por dia, olhando, por exemplo, em volta de uma de suas mãos, sob fundo preto ou branco) e ter muita paciência. Além disso, é importante (e fundamental!) praticar a meditação e buscar as melhores alternativas para nossa evolução aqui na Terra como seres humanos. Clarividentes e alguns artistas conseguem ver toda a aura de modo claro. Eu vejo (desde criança, porém, hoje em dia mais potencializado) o duplo etérico, as formas-pensamentos que ficam grudadas na aura, e alguma coisa do corpo astral; estou no processo de evolução para enxergar o restante. Acho lindo o estudo das auras!

Estão conseguindo ver o “duplo etérico” ali, na imagem 4, bem pertinho do “corpo físico”? Pois é, é lá onde se localizam os chakras. Eles ficam ali na superfície do duplo etérico, muito próximos o corpo físico. O duplo etérico tem esse nome porque é uma cópia exata do corpo físico (daí o termo ‘duplo’), e é composto por um elemento mais sutil que a matéria: o éter. Depois do duplo etérico, tem mais algumas subdivisões, correspondentes aos corpos superiores etérico, emocional e mental. Cada subdivisão é preenchida por uma cor, correspondente ao estado físico, emocional, e mental do individuo. É cor que não acaba mais!!!

E cada cor na aura tem um significado!! Olha só:

  • Vermelha: entusiasmo, vida material, grande vigor sexual, tendência à irritabilidade, atividade intensa, sucesso;
  • Laranja: Sensualidade, dinamismo, capacidade de realização;
  • Amarela: Inteligência, capacidade de comunicação, predominância da razão sobre a emoção; capacidade de dar e receber;
  • Verde: Saúde, vigor físico, capacidade de amar e perdoar, positividade, autoconfiança;
  • Azul: Paz, harmonia, tranquilidade, capacidade de cura e de ajudar o próximo;
  • Índigo: Inteligência acima do normal, força interior, guerreiro, capacidade de contestar modelos arcaicos;
  • Violeta: Espiritualidade, mediunidade, inspiração, intuição, equilíbrio mental e emocional;
  • Dourada: Alto grau de espiritualidade e prosperidade, é típica daquela pessoa paciente, que quer saber o porquê das coisas, e vai atrás das respostas;
  • Prateada: Médium, curandeiro;
  • Rosa: Amor, amor incondicional, pureza, carinho, ingenuidade, infantilidade;
  • Cristal: Paranormalidade, pureza, bondade, cura;
  • Cinza: Ansiedade, timidez, baixa autoestima, desvalorização de si mesmo;
  • Preta: Rara, mas não impossível de se ver, esta cor demonstra uma pessoa que vive no caos, muito negativa, doente psíquico, tendências suicidas;
  • Marrom: Difícil interpretação, porém, pode sugerir tanto fraqueza física, estagnação, quanto necessidade de gerar novos frutos (terra), novas raízes, solidez.

As cores nem sempre ocupam todo o corpo de uma pessoa. Há diferentes cores em diferentes partes do corpo. Uma pessoa que trabalha com Reiki, por exemplo, costuma ter a aura cristal na região das mãos; uma pessoa intelectual normalmente tem a área da cabeça azulada.

Agora, as cores interiores passam a se externar. Vamos ver a questão das cores e a espiritualidade, onde as cores das roupas que estamos usando nos influencia. Aí vem a parte polêmica… rsrsrs.

“As cores das nossas roupas nos afetam espiritualmente!”

Nós somos influenciados pelas cores, e elas, tanto podem mudar nosso estado de espírito, quanto nossas cores internas podem mudar a energia do ambiente. Falando das cores ‘externas’, gostaria de dividir uma matéria de um site que simplesmente adoro: o SSRF (Spiritual Science Research Foundation). Formada por uma equipe de médiuns-artistas da Índia, que conseguem ver muito claramente as energias espirituais, auras, formas-pensamento, reações, etc. Essa organização faz um trabalho incrível, com ensinamentos, cura e tratamentos espirituais. O site é recheado de coisas surpreendentes, vale a pena dar uma olhada (www.ssrf.org).

Pois é, eles fizeram uma pesquisa sobre a influência da cor da roupa na energias das pessoas. Primeiramente, precisamos entender um pouquinho dos componentes Sattva, Raja e Tama.


Sattva, Raja e Tama

Sattva, Raja e Tama (também chamados de ‘trigunas’ – tri= 3; gunas = componentes sutis), segundo a filosofia indiana, são os elementos energéticos básicos que compõem todo o Universo. São toda a criação, e estão distribuídos por todo lugar, em todos os corpos físicos, reino vegtal, animal, objetos, cores, aromas, espíritos, energia, etc. Eles andam juntos, mas, têm características diferentes, e precisam estar equilibrados (mais próximos da energia do bem e do amor) para que se tenha um corpo energético saudável.

Sattva corresponde à energia da pureza e do conhecimento, e é o elemento mais sutil e elevado do trigunas. Uma pessoa sattvika, com predominância da energia desse elemento, trata-se de um indivíduo feliz, alegre, sorridente, de bom coração, sempre prezando por boas ações, paciência, amor ao próximo e busca pela evolução. Está mais próximo da divindade. Um objeto sattviko, é mais leve. Sattva é representado pela cor amarela.

Tama é a parte densa. Uma pessoa tamasika é preguiçosa, de caráter duvidoso, preza por ações de benefício próprio em detrimentos dos outros. Ignorância e maldade são a base desse elemento. Um objeto tamásiko é pesado, firme, estagnado. É representado pela cor preta.

Raja é a parte intermediária, que nutre tanto Sattva quanto Tama. É a ação e a paixão, e, dependendo da personalidade da pessoa, nutre mais o bem (Sattva) ou o mau (Tama). É representado pela cor vermelha.


Classificação espiritual das cores

De acordo com Cristina Cairo (Linguagem do Corpo Volume 2: Beleza e Saúde, pág168), as cores são a comunicação do nosso subconsciente e revelam nossas sentimentos inconscientemente.

As cores, sendo parte do Universo, carregam as os componentes Sattva, Raja e Tama. Algumas são mais Sattva, outras mais Raja-Sattva, outras Raja-Tama e outras simplesmente Tama. O que esse ensinamento nos diz é que, quanto mais fizermos uso das cores Sattva, mais saudáveis, amorosos e felizes ficamos. Do contrário, quanto mais utilizarmos as cores Tama, ficaremos negativamente influenciados por esse elemento, podendo apresentar sintomas relativos às energias negativas pelo simples uso das cores – e ainda expandir tal negatividade.

Olha só a tabela de cores seguindo o preceito Sattva-Raja-Tama:

tabela

Como deu pra perceber ali, a cor branca é bastante benéfica, e a preta é digna de se ter um cuidado a mais. Na mesma matéria, o SSRF diz que a pessoa que usa preto está suscetível a receber energias negativas, porém, não está impedida de se influenciar pelas positivas.

O marrom é uma cor que está classificada como “meio nociva”, e nem todas as pessoas gostam dessa tonalidade. Eu sempre gostei de usar 3 cores quando era mais nova, e uma delas era a marrom. A sensitiva Márcia Fernandes disse uma vez (não me recordo em qual ocasião, mas vi no youtube) que o marrom é uma cor que atrai espíritos obsessores. Eu queria saber por que só eu gostava dessa cor (rsrsrs), e decidi investigar essa ligação que eu tinha. Parei de usar por 3 meses pra sentir o que meu subconsciente queria dizer com aquilo. Encontrei dois motivos: 1-, minha forte ligação com árvores, e 2-, –algo que eu demorei um pouco pra descobrir – meu apego com o passado. Árvores simbolizam raízes, vínculo, e até estagnação, e eu sempre tive mania de ficar olhando pra trás em relação à minha vida, limitando meu futuro. O que aconteceu nesse tempo foi que joguei muitas coisas fora aqui em casa, incluindo muitas memórias que não deveriam mais fazer parte da minha trajetória. Agora, só uso marrom em pouquíssimas vezes; não consigo mais usar frequentemente, como fazia antes. Mas continuo amando essa cor e seus variados tons terrosos! Na minha palheta de cores, não podem faltar!

Quando fiz o curso de Linguagem do Corpo com a Cristina Cairo, aqui em Campinas, ela pediu a todos os participantes que evitassem ir vestidos com as cores Marrom, Preta e Vermelha – como ela faz em todos os cursos voltados à cura -, para que a energia do ambiente ficasse ali, concentrada nos benefícios da renovação, sem dispersão. E é incrível como faz efeito!

Outro exemplo: Eu usei muito a cor preta na adolescência. Muito mesmo. Hoje eu não consigo. Me cansa! Só fico umas 3h no máximo, pra tentar mostrar que tenho um pouco de elegância e pra não errar na combinação das cores (rsrsrsrs). Minhas camisetas de bandas são brancas, e doei quase todas as peças que eu tinha com a tonalidade preta. Mas isso á uma coisa minha, eu perdi a afinidade com esse tom. Segundo a própria Cristina, “A pessoa que se veste de preto, ou se sente atraída por essa cor, mostra que está se defendendo de aborrecimentos e carrega uma rebeldia secreta. (…) No preto está escondida a revolta contra alguém ou uma situação. Sente-se acuada, mas precisa reagir sem demonstrá-lo. Os segredos se encontram no escuro, como no escuro estão os enganos e desencontros. (…) O preto nos ajuda a afastar os invasores e os inimigos, mas também nos priva de ver a luz nas aparências negativas. É preciso usar mais a sabedoria e menos o preto, para que o coração se encha de amor e perdão”.

Forte, não? Pra mim fez sentido. Mas, penso que isso não quer dizer que seja uma cor má; é apenas um estado. Além disso, o preto é visto também como uma não-cor, um elemento neutro, por se tratar da ausência de cores.

A outra cor que usei muito – mais até que a preta – foi a cinza. É uma cor de quem “não está vendo cores na vida”, ainda segundo Cristina Cairo. “O cinza está em pessoas que se fecham com facilidade, mas não se revoltam, como as que usam preto. O uso exagerado do cinza mostra que essa pessoa não percebe que está agindo sempre da mesma maneira para resolver os mesmos problemas, sem conseguir total êxito.” Felizmente, esse tempo pra mim já passou. Foi difícil, mas passou!

Bom, mas tudo tem que andar em equilíbrio, correto? “Nem tanto a terra, nem tanto ao mar”. Há umas peças de roupa em preto as quais eu não me desfiz, pelos sentimentos das ocasiões em que me foram dadas essas peças, e por isso, me sinto muito bem com elas! Além disso, apesar de eu preferir a diversidade de cores, sempre uso a cor preta nas minhas pinturas: gosto muito de contrastes, e nas sombras, às vezes, uso o preto puro, ao invés do preto cromático. E é uma cor que, em peças de roupa, absorve calor. Usei as poucas peças que tenho nesse tom quando fui pra Buenos Aires, no outono. Foi bem útil, lá faz muito frio!

Tenho um pingente de turmalina negra que me ajuda muito quando me sinto energeticamente negativa: é uma das pedras mais poderosas em relação à proteção, neutralizando energias densas, incluindo substâncias tóxicas e ondas eletromagnéticas negativas. Uma vez eu perguntei a respeito da cor preta pra um tarólogo, e ele me disse algo muito interessante: a cor preta, em roupas, funciona como um escudo, repelindo as energias negativas. Porém, por até 8 horas. Passado esse período, a cor começa a absorver tais energias densas.

Já os tons de cinza, eliminei de vez. Não consigo mais ter afinidade nenhuma. Só com prata, cinza não.

Eu sou viciada em vermelho e rosa, e agora estou aprendendo a usar o dourado e o branco. Olha só o que a Cristina Cairo diz sobre o branco:

“Está diretamente ligada à cura em geral, desde a medicina holística até a convencional, e também a tudo que exige ‘limpeza física e da alma’. É a cor da energia mais elevada do Universo e das entidades de luz”. O curioso é que estou passando por um processo de cura mesmo. ^^

O vermelho tende para a ação, e pode, dependendo do estado de espírito da pessoa, levar à irritabilidade. O dourado é um tom que estou usando muito, e me sentindo muito bem com ele, muito mesmo. Quando eu estava pintando os trabalhos em homenagem a Carybé, estudei os orixás a fundo, e senti uma identificação muito forte com Oxum. Creio que seja pela nova fase da minha vida, na qual estou me curando e me valorizando mais. Por isso, eu uso a fitinha do Bonfim que corresponde a ela, Oxum, e suas cores são amarela e dourada.

O rosa é a cor do amor. É a cor que minha mãe usava nas minhas roupinhas, quando eu era bebê, pra me diferenciar da minha irmã gêmea – que tem, até hoje, bastante afinidade com o azul. Eu havia abandonado o rosa na fase mais tensa da minha vida, e, de uns tempos pra cá, voltei com tudo com essa cor!

O Universo espiritual das cores é incrível, não? Ainda tem muito mais coisas para se falar sobre esse assunto, mas por hoje, já me prolonguei demais.

E aí, assim como eu, descobriu alguma coisa interessante sobre as cores que usa?
As cores são mais ricas e inteligentes do que imaginamos! Vou fazer um convite: vamos sentí-las? É, sentir. Pegar uma peça de roupa, e abraçá-la com olhos fechados, e só sentir a vibração dos seus tons, sem olhá-las… ver, com os olhos da alma o que elas significam pra nós e o que nos tem a ensinar. Será uma experiência interessante!!!

Referências:

11 comentários sobre “Cores e Espiritualidade

  1. Adorei esse artigo, Camila! Me identifiquei com algumas coisas! Acredito em tudo que voce disse a seu respeito, porque presenciei algumas modificações importantes em suas atitudes. Parabéns! Um beijo e gratidão!

  2. Camila, eu costumo usar muito preto, direto mesmo, é minha cor preferida de roupa inclusive, gostaria de saber mais como isso me afetaria e como posso conciliar. Meu pai é Oxalá e sei que essa cor não condiz também com meu santo, gostaria de saber se isso influenciaria também! Muito bom o texto. Obrigada ♡

    1. Oi Camille! Muito obrigada!
      Então, o preto é um aspecto bem forte. É legal usá-lo pra descarregar energias pesadas. Usando com moderação, é muito bom! Mas, o que eu percebo em mim e com base nos conceitos que estudo, é que, a cor preta é uma cor que te ‘fecha’, e te defende de energias negativas até certo ponto (podemos dizer em torno de 3h, 4h). Funciona como escudo. Depois desse tempo, termina-se o efeito da limpeza, e as energias negativas começam a transbordar.

      E o fato de você gostar de preto, pode ser, como disse a Cristina Cairo, a questão de se defender, de querer se fechar e da rebeldia, mas, pode ser um outro fator também: o poder. O preto é símbolo de poder, e pessoas que tem afinidade com essa sensação usam muitas peças em preto.

      Já que seu pai é Oxalá, que pede branco, faz um teste: tente usar o preto por até 4h no dia, usando depois outras cores. E, se usar branco pra dormir, Oxalá vai curtir a idéia! Tente fazer este ajuste, e depois me conte! Bjs! 😉

  3. Olá. Eu estava metitando e comecei a ver cores cinza e resolvi pesquisar. Nem imagina que essas cores tinha alguma ligação com a meditação, procurei pq as cores assustou. E quando eu lê o significado dela super me identifiquei. Pode me dar dicas para cura?

    1. Oi Lala!!
      Quando eu tava na fase baixo astral do cinza, eu fiz terapia com florais, meditações em grupo, constelação familiar, renascimento… Fui fazendo terapias que me simpatizava aos poucos. Se você anda com a energia bem assim mediana, sem conseguir expandir mais a vibração, eu aconselho procurar alguma terapia que te deixe à vontade. São bastante úteis.
      Ah, e cheque seus exames também. Às vezes pode ser também algo relacionado com a alimentação. Pouco ferro, pouca diversidade de cores no prato, falta de alguma vitamina. Consulte um profissional da área. E relaxe, que tem solução pra tudo! Vc é uma alma do bem, e ter essa sensibilidade pra captar a cor pela meditação e ir atrás de soluções é muito positivo! 🙂
      Bjs! ^^

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *