Arquivos mensais: janeiro 2015

Cor de Lápis!

Continuando o assunto sobre lápis, hoje é dia dos lápis de cor!

A origem deles é uma pouco incerta, mas, tudo indica que na Grécia já se usava uma espécie de giz de cera em cores. E o que a cera tem a ver com os lápis? Bom, diferentemente dos lápis grafite, o interior dos lápis coloridos é preenchido por minas de cera, barro, goma e pigmentos. A Faber-Castell e a Caran D’Ache começaram a manufaturar lápis de cor em 1924, seguidas pela Prismacolor em 1938. Depois vieram Derwent, Progresso, Lyra Rembrandt, Blick Studio e Staedtler.

Hoje, existem várias marcas e modelos de lápis de cor, desde os mais simples até os mais sofisticados, chegando até a ter mais de uma cor em uma mesma mina. Vou mostrar alguns que uso:

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Esses são os lápis de cor da Faber-Castell. Fazem parte da caixa de 48 cores, e são voltados para uso escolar. Entretanto, no uso profissional dá muito certo. A caixa de 48 cores tem muitas variações do mesmo tom, o que é ótimo. Olha quantos azuis, quantos verdes, quantos roxos, que por sua vez se transformam em violetas, que caem nos tons de vinho! Eu uso bastante, e adoro!! Fiz esse desenho aqui com eles:

DESENHO-01__'Leu00E3o'_30x40cm_lapis-de-cor-sobre-papel_2006-MARCA

Quando se desenha com esses lápis, dá pra perceber sua dureza. A mina é bem rígida em comparação aos lápis profissionais, mas, como eu disse, funcionam muito bem!!

Esses aqui são os lápis metálicos. E não tem só o dourado e o prata, há muitas variações de cores. Funcionam muito melhor em folhas de fundo escuro, pois, as cores aparecem mais.

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O Polychromos é um lápis profissional de altíssima qualidade. A mina é super macia, com cerca 4 mm de diâmetro. Tem uma ótima resistência à luz, e a Faber-Castell reforça que, trabalhos feitas com estes lápis dura mais de 100 anos. Na minha opinião, é excelente!!!!

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O Albrecht Dürer é muito parecido com o Polychromos. Tem a mesma maciez, mesma qualidade, mesmo diâmetro e também dura mais de 100 anos. A diferença é que tem função aquarelável. Igualmente sensacional!

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O preço deles é um pouco mais elevado em comparação aos lápis de cor tradicionais, mas valem muito a pena. Eu uso o Dürer e o Polychromos misturado a outros lápis, como aqui nesse trabalho:

DESENHO-02__'Sublimado'_20x30cm_lau00EDs-de-cor-sobre-papel_2013-MARCA

Ainda na Faber-Castell, esses aqui são o Art Grip. Eles têm o formato triangular, de modo a estabelecer controle e firmeza no manuseio dos lápis, sendo reforçados por umas bolinhas antideslizantes. Tem a versão aquarelável também:

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Esses eu uso pra fazer esboços, pois a pigmentação é muito suave. A mina é um pouco mais seca também:

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E a agora, os lápis aquareláveis. São muito macios, por serem produzidos com a finalidade de se transformarem em aquarela no papel. As cores são bastante intensas, e vem com um pincel junto! É uma ótima alternativa pra quem não pode investir muito em lápis profissionais, funciona como um ótimo substituto! Eu uso muito!!

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Segue um dos meus desenhos com lápis aquarelável:

DESENHO-04__'15anos'-30x40cm-aquarelavel-2007-MARCA

E agora, outros lápis sensacionais: Magic, da Koh-I-Noor:

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São lápis compostos por minas multicoloridas!!! Dão um efeito muito legal!!! Tem os que possuem cores diferentes na mesma mina, cores análogas e até cores fluorescentes! Olha esses esboços que fiz:

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A vantagem é que, pra se fazer uma sombra num azul, por exemplo, é só mudar o ângulo do lápis enquanto se desenha, atingindo o roxo. Muito prático! Pode ser usado tanto por iniciantes quanto profissionais!

Cores são tudo de bom! E ainda há mais estilos de lápis disponíveis no mercado! Com tantas opções de materiais, que tal rascunhar alguma coisa? As cores têm poder e funções específicas (aqui eu escrevi sobre cores e espiritualidade, colocando seus significados: http://www.lagoeiro.com.br/blog/?p=159).
Qualquer tipo de desenho com lápis de cor são uma ótima opção para se elevar o astral! Experimente!

O Lápis Grafite

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Volte e meia, quando pegamos um lápis às pressas pra anotar alguma coisa enquanto falamos no telefone, ou alguma coisa importante que acontece numa determinada situação, nem passa pela nossa cabeça a tradição dessa ferramenta. Pois é, o lápis é um instrumento milenar! E, além disso, é um assunto que eu gosto bastante! Hoje, aqui nesse post, apresentarei um pouco da origem dos lápis grafite, bem como as minhas ferramentas e alguns trabalhos que desenvolvi com elas, os quais trato com muito carinho. Sejam bem vindos a este universo!

A origem do lápis, de tão antiga, não é tão clara assim pra nós, mas há alguns fatos importantes que foram capazes de definir sua evolução. Nas pinturas rupestres, lá na era dos hominídeos, há indícios que os seres humanos utilizavam varas queimadas para compor seus desenhos no interior das cavernas.

Os gregos, há mais ou menos 1800 anos atrás, perceberam que finos estiletes de metal produziam o efeito de riscar superfícies. Esse metal era o chumbo, que passou a ser vastamente utilizado, inclusive no stylus. O stylus é o ente mais antigo da família do lápis. Desenvolvido em Roma, inicialmente, era um filamento de madeira, marfim, cana ou bronze, onde os romanos usavam-no em tábuas de argila, escrevendo em forma de gravação. Com fuligem dissolvida em água, criaram uma tinta preta, e passaram a usar o stylus molhando-o tinta. Só mais tarde é que veio o stylus de chumbo que, por si só já emitia a cor escura, sem a necessidade de tinta ou gravação. Com a evolução deste instrumento, ele passou a ser revestido, normalmente, por madeira, de modo a não sujar as mãos de quem fosse escrever.

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Você ainda não conhece a Cromoterapia?!

 Fonte: novo.caasc.org.br

Dando continuidade aos estudos das cores na espiritualidade, o assunto de hoje é a Cromoterapia.

A Cromoterapia (khrôma = cor, na língua grega) é um tratamento milenar, que consiste no uso das cores para curar doenças e promover o equilíbrio mental, físico e emocional dos pacientes. Originária do Antigo Egito, o tratamento com as cores surgiu há cerca de 2800 a. C. As cores para o tratamento eram obtidas através de plantas, pedras preciosas e semipreciosas e água solarizada (mais tarde potencializada pelo advento do vidro).

Os egípcios tinham um conhecimento alquímico, astrológico e metafísico em geral muito vasto. Através das flores, folhas e raízes das plantas, eles obtinham, com chás, infusões, cataplasmas, óleos, etc., os antídotos, que eram dotados de cores variadas, direcionadas às doenças correspondentes. Com as pedras, confeccionavam joias e amuletos de cores específicas, as quais os pacientes as utilizavam, não precisamente para se embelezar, mas para reestabelecer seu equilíbrio energético.

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Cores e Espiritualidade

As cores fazem parte da nossa vida, e estão presentes em todo o universo. As paredes, janelas, árvores, pássaros, borboletas, outdoors, carros… há cores em todo lugar. Elas são suscetíveis às percepções da grande maioria dos seres humanos. As pessoas que não possuem a capacidade de vê-las com os olhos físicos, enxergam-nas pelos ‘olhos internos’, que podem ser pelas sensações físicas, ou até pelo som, já que seus demais sentidos são mais aguçados. Os portadores de acromatopsia – que só enxergam em escalas de cinza – conseguem ter apenas as percepções das cores que vão do branco ao preto, mas experiências tecnológicas já estão sendo feitas e testadas para que essas pessoas possam ter a percepção das cores e entender de maneira mais abrangente as várias escalas cromáticas. E, obviamente, à medida que a humanidade aprender a amar a tudo e a todos incondicionalmente, esses e outros pequenos distúrbios serão curados por completos.

Pois bem, eu quis abranger todo o universo dentro do quesito cores, porque quero falar sobre algo que me toca bastante: as cores e a espiritualidade. Vou começar pelo que considero básico: os chakras.

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